SABERES E FAZERES
Patrimônio Cultural no Arena da Cultura
As histórias da vida e da comunidade.
As bonecas, brinquedos, casas, hospitais, escolas e poesia em caixinhas de fósforo.
Os deuses africanos, o santo, a benzedeira.
O branco, o negro, o índio.
As cores da cultura popular, dos povos originários, originais.
Originais da cor, originais do batuque, originais da forma, originais das melodias, originais dos materiais.
Alegria apontando o futuro.
Precisamos de preservação?
A criatividade é a prova dos nove.
Passado e futuro em diálogo com o presente.
A música, a dança, o drama popular, a resiliência da sabedoria.
É com linhas e cores que o desenho da vida se faz.
A menina flutua e os ornamentos apontam muitos caminhos.
É couro, é pau, é som.
Um pedaço de papel, um pião que roda, roda, roda... pula corda, dá a mão e vai.
E corre e roda... o mundo todo.
Dança do universo cruzando continentes, países, estados, cidades, vilas e florestas.
A cura antiga.
Na alegria e na dor também há poesia.
ailtom gobira – setembro de 2013
Oi Gabriel... este texto aqui é um dos mais novos.... é um texto que faz uma reflexão em forma de poesia do trabalho que fazemos no Arena da Cultura.... abraços
ResponderExcluirNos próximos dias/semana vou publicar outros textos (mais recentes).
ResponderExcluirValeu, continuo seguindo aqui, espero a opinião sobre o conto, vc recebeu o anexo? Está também no blog. Esta semana foi intensa com FIT em São Paulo, muitos trabalhos loucos assistimos, muitas reflexões. Um abraço!
ResponderExcluir